sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O simbolismo do natal e sua relação com as estrelas

A verdadeira história do Natal

Em todo o mundo cristão, o dia 25 de dezembro é comemorado como o "dia do nascimento de Jesus"... Contudo, a humanidade comemora essa data desde bem antes desse tal "nascimento de Jesus" que no decorrer da história da humanidade um culto pagão ao deus-sol evoluiria para o natal que conhecemos hoje.

Qualquer semelhança com o feriado cristão, não é mera coincidência..O natal é uma festividade que é muito mais antiga do que nos achamos, na verdade assim como o conhecemos na tradição cristã ele é um derivado de uma festa pagã que aliás, é um culto solar muito antigo para celebrar o Solstício de Inverno - a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no fim de dezembro. Depois dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. Concomitantemente, no hemisfério Sul, ocorre o Solstício de verão, onde ocorre o inverso.

Entendendo o Solstício

Ao longo de um ano terrestre completo, ocorrem quatro posições principais da terra em relação ao sol. Posições estas que demarcam as quatro estações do ano: 
Equinócio de Março (por volta de 21 de março): Primavera (Norte) Outono (Sul)
Solstício de Junho (por volta de 21 de Junho): Verão (Norte) Inverno (Sul)
Equinócio de Setembro (por volta de 22 de Setembro): Outono (Norte) Primavera (Sul)
Solstício de dezembro (por volta de 22 de Dezembro): Inverno (Norte) Verão (Sul)


O raios solares incidem perpendicularmente sobre o trópico de Câncer (no hemisfério Norte) em junho e, no trópico de Capricórnio (no hemisfério Sul), em dezembro. Quando o Sol atinge o ponto mais baixo no céu em relação à terra, ocorre um fenômeno chamado solstício de verão, que marca a chegada dessa estação. No solstício de verão, verificam-se o dia mais longo e a noite mais curta do ano. Já quando o Sol atinge seu ponto mais alto em relação à Terra ocorre o solstício de inverno que marca o começo da estação fria. 
No hemisfério Sul, observa-se a entrada do inverno em junho e, no hemisfério Norte, em dezembro. No solstício de inverno, acontecem a noite mais longa e o dia mais curto do ano.
 


Equinócio significa noites (nox) iguais (equi). São momentos do ano em que a duração do dia (parte clara do dia, com Sol acima do horizonte) é igual à duração da noite (parte escura do dia, com o Sol abaixo do horizonte).
Já o termo Solstício significa Sol parado. E este nome foi escolhido porque, visto daqui da Terra, o Sol não nasce sempre exatamente no ponto cardeal Leste mas ao redor deste. E isso também está ligado ao fato da Terra ter eixo inclinado em relação ao plano orbital. A cada dia vemos o Sol se deslocando no horizonte ao redor do ponto cardeal Leste, para o Sul ou para o Norte, dependendo da época. Mas, exatamente nos Solstícios, o Sol deixa de continuar se afastando do ponto cardeal Leste, para o Norte ou para o Sul, e inicia um movimento aparente em sentido oposto. É como se o Sol parasse, pelo menos para um observador fixo na superfície da Terra, e invertesse o sentido do seu movimento. É exatamente o que está ilustrado na figura abaixo.

Referências Culturais

Em várias culturas ancestrais ao redor do mundo, o solstício de inverno era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com o Natal das religiões pagãs. O solstício de inverno, o menor dia do ano, a partir de quando a duração do dia começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão. Festas das mitologias persa e hindu referenciavam as divindades de Mitra como um símbolo do "Sol Vencedor", marcada pelo solstício de inverno. A cultura do império romano incorporou a comemoração dessa divindade através do "Sol invictus". Com o enfraquecimento das religiões pagãs, a data em que se comemoravam as festas do "Sol Vencedor" passaram a referenciar o Natal, numa apropriação destinada a incorporar as festividades de inúmeras comunidades recém-convertidas ao cristianismo.

Entre os romanos o festival era muito popular. O período marcava a Saturnália, em homenagem ao deus saturno de 17 a 25 de dezembro. 


Na Mesopotâmia, o periodo era festejado pelo "zagmuk", que segundo a lenda, Marduk (deus da luz patrono da babilônia) luta incessantemente por 12 dias com Tiamat (deus das trevas). Marduk é morto por Tiamat e só ressuscita no equinócio de verão (condizente com a semana santa cristã).


Os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho, também conhecido como Baco. O dia da Brumalia (Solstício de dezembro) é o dia de culto á Baco na Grécia, um festival de adoração ao êxtase do vinho e o culto ás orgias. Estas celebrações frenéticas, traziam libertinagem e intoxicações. Esta foi a forma de adoração pela qual Dionísio tornou-se popular no século II a.C., na Itália, onde os mistérios dionísicos eram chamados de Bacanália e, posteriormente, bacanais (os quais, hoje, são sinônimo de orgias). As indulgências das Bacanálias tornaram-se extrema, e as celebrações foram proibidas pelo Senado Romano em 186 a.C. Entretanto, no século I d.C. os mistérios dionísicos eram ainda populares, como se evidencia em representações encontradas em sarcófagos gregos.


Em Países Nórdicos como Dinamarca, Suécia, Ilhas Faroe, Noruega, Finlândia e Alemanha comemora-se o Yule ou Yuletide comemorado na noite mais longa do ano. Suas festividades são em homenagem a Odin. Sua lenda está diretamente interligado ao folclore do Papai Noel, visto que na festa de Solstício de Inverno (Yule), Odin cavalga os céus no seu cavalo de oito patas chamado Sleipnir, e as crianças enchem suas botas com cenouras, açúcar ou feno e as deixam próximas á lareira para alimentar o cavalo em sua jornada. Em agradecimento, Odin deixava doces e presentes nas botas. diz-se que a prática sobreviveu até a cristianização dos vikings, e após isso, Odin foi associado a São Nicolau, que até hoje é mais conhecido como Papai Noel.



O deus persa Mitra, também cultuado por muitos romanos, teria nascido durante o solstício. O nascimento de Mitra era celebrado em 25 de dezembro (mesma data do Natal de Jesus adotado no calendário atual) O mitraísmo entrou em decadência a partir da adoção do cristianismo como religião oficial do Império Romano. O culto a Mitra era permitido apenas aos homens, e ainda assim apenas aos homens iniciados em um ritual macabro, onde o novato era amarrado e vendado antes de ser levado ao altar. O culto era celebrado em grutas sagradas onde o principal acontecimento era o sacrifício de um touro, cujo sangue fazia brotar a vida, propiciando a imortalidade.
De acordo com a imagem, a representação de Mitra é um deus tão poderoso que é capaz de colocar o universo em ordem. O touro seria o símbolo da constelação de Touro. Nos primórdios da astrologia, na Mesopotâmia, entre o V milénio a.C. e o III milénio a.C. o sol encontrava-se em Touro durante o equinócio de Primavera. Devido à precessão dos equinócios o sol estava no equinócio da Primavera numa constelação diferente cada 2160 anos pelo que passou a estar em Carneiro por volta do ano 2000 a.C., marcando o fim da era astrológica de Touro.


A História de Osíris

Os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos.  


Osíris governou a terra (o Egito), tendo ensinado aos seres humanos as técnicas necessárias à civilização, como a agricultura e a domesticação de animais. Foi uma era de prosperidade que contudo chegaria ao fim.

O irmão de Osíris, Seth, governava apenas o deserto, situação que não lhe agradava. Movido pela inveja, decide engendrar um plano para matar o irmão. Auxiliado por setenta e dois conspiradores, Seth convidou Osíris para um banquete. No decurso do banquete, Seth apresentou uma magnífica caixa-sarcófago que prometeu entregar a quem nela coubesse. Os convidados tentaram ganhar a caixa, mas ninguém coube nela, dado que Seth a tinha preparado para as medidas de Osíris. Convidado por Seth, Osíris entra na caixa. É então que os conspiradores trancam-na e atiram-na para o rio Nilo. A corrente do rio arrasta a caixa até ao mar Mediterrâneo, acabando por atingir Biblos (fenícia).

Ísis, desesperada com o sucedido, parte à procura do marido, procurando obter todo o tipo de informações dos encontra pelo caminho. Chegada a Biblos, Ísis descobre que a caixa ficou inscrustrada numa árvore que tinha entretanto sido cortada para fazer uma coluna no palácio real. Com a ajuda da rainha, Ísis corta a coluna e consegue regressar ao Egito com o corpo do amado, que esconde numa plantação de papiros.

Contudo, Seth encontrou a caixa e furioso decide esquartejá-lo em catorze pedaços o corpo que espalha por todo o Egipto; Quanto ao significado deste número, deve referir-se que o catorze é número de dias que decorre entre a lua cheia e a lua Nova.



Ísis, auxiliada pela sua irmã Néftis, partiu à procura das partes do corpo de Osíris. Conseguiu reunir todas, com excepção do pênis, que teria sido devorado por peixes. Para suprir a falta deste, Ísis criou um falo artificial com caules vegetais. Ísis, Néftis e Anúbis procedem então à prática da primeira mumificação. Ísis transforma-se em seguida num milhafre (águia de asa redonda) que graças ao bater das suas asas sobre o corpo de Osíris cria uma espécie de ar mágico que acaba por ressuscitá-lo; ainda sob a forma de ave, Ísis une-se sexualmente a Osíris e desta cópula resulta um filho, o deus Hórus (Deus-sol), cujo nascimento é celebrado no dia 25 de dezembro. Ísis deu à luz este filho numa ilha do Delta, escondida de Seth. A partir de então, Osíris passou a governar apenas o mundo dos mortos. Quanto ao seu filho, conseguiu derrubar Seth e passou a reinar sobre a terra.


Divindades ligadas ao Sol em geral eram celebradas no solstício também. Com a introdução do cristianismo no Império Romano houve, por parte da Igreja católica, uma tentativa de cristianizar os festivais "pagãos". Há indícios de que a data de 25 de Dezembro foi escolhida para representar o nascimento de Jesus Cristo já no século IV. Há evidência bíblica de que Jesus não teria nascido durante o inverno, pois, no momento do nascimento, pastores estavam cuidando de seus rebanhos nas vigílias da noite, e o período do solstício, visto como o renascimento do Sol, carrega forte representatividade. Além disso, conseguiu aproveitar a popularidade das festividades da época.

Jesus e sua relação com o sol

Não é de se estranhar, portanto, diante de tantas possibilidades de estarmos convergindo para um sincretismo étnico e religioso que, pelo mundo afora e em todos os tempos, tenha sido possível encontrar-se os mesmos rituais e religiões do Sol, tanto na Suméria, Babilônia, Assíria, Egito, países Nórdicos, quanto na Grã-Bretanha, Grécia e na Europa em geral, México e América Central, Austrália, enfim, em todo lugar! A adoração ao fogo e ao astro-rei era o foco da religião na Índia, onde seus festivais homenageavam, simbolicamente, o ciclo do Sol, durante todo o ano.
Na história de Jesus é possível perceber-se constantes referências aos ciclos solares e aos simbolismos da astrologia e das escolas de mistérios. A coroa de espinhos nada mais seria que uma tosca representação dos raios solares. As cruzes e os círculos desenhados sobre cabeças também identificam o Sol e têm papel intensamente simbólico na astrologia.


Leonardo da Vinci, grão-mestre do Priorado de Sion (Sion=Zion=Sol) usou desse mesmo simbolismo para pintar sua "Última Ceia", exposta em Milão. Ele dividiu os 12 discípulos (os doze símbolos do Zodíaco) em quatro grupos de três com Jesus, o Sol, no meio deles. É voz corrente que Da Vinci também pode ter pintado um dos doze discípulos de sua Última Ceia (hoje bastante danificada e um tanto diferente do desenho original, por ter sofrido diversas restaurações), com feições femininas para que representasse, aos olhos iniciados, a deusa Ísis.



Jesus é uma cópia de Hórus

Ele nasceu em 25 de Dezembro, filho de uma virgem. O seu nascimento foi acompanhado por uma estrela no Leste, que por sua vez, foi seguida por 3 reis em busca do salvador recém nascido. Aos 12 anos, era uma criança prodígio nos ensinamentos, e aos 30 anos, ele foi batizado, e assim começou seu ministério. Ele teve 12 discípulos e viajou com eles, fazendo milagres, tais como curar os enfermos, andar sobre as águas. Ele também era conhecido por vários nomes como: A verdade, A luz, o Filho Adorado de Deus, o Bom Pastor, Cordeiro de Deus, entre muitos outros.
Depois de ter sido traído, Ele foi crucificado, enterrado por 3 dias, e então ressuscitou.
Você sabe quem foi?
Não, não é Jesus. Já existia cerca de três mil anos antes de dele.
Estamos falando de Horus, deus da mitologia egípcia.


Deste o ano 10.000 a.C , a história abunda em pinturas e escritos que refletem o respeito e a adoração dos povos pelo astro. E é simples entender o porquê, com o seu aparecimento todas as manhãs trazendo a visão, calor e segurança, salvando-nos do breu repletos de predadores. Sem ele, todas as culturas perceberam que não haveria colheitas nem vida no planeta. Estas realidades fizeram do Sol o astro mais adorado de todos.

Todavia, os povos estavam também muito atentos às estrelas. As estrelas formavam padrões que lhes permitiam reconhecer e antecipar eventos que ocorrem de tempos em tempos tais como Eclipses e Luas Cheias. Catalogaram grupos celestiais naquilo que conhecemos hoje como constelações.

A cruz do zodíaco, é uma das mais antigas imagens da humanidade. Representa o trajeto do sol através das 12 maiores constelações, no decorrer de um ano. Também representa os 12 meses do ano, as 4 estações, solstícios e equinócios. O termo Zodíaco está relacionado com o fato de as constelações serem antropomorfismos, ou personificações, como pessoas, ou animais. Por outras palavra, as primeiras civilizações não só seguiam o Sol e as estrelas, como também as personificavam através do mito que envolviam os seus movimentos e relações.


O sol, com o seu poder criador e salvador também fio personificado à semelhança de um Deus todo-poderoso. Conhecido como “Filho de Deus” luz do mundo, salvador da humanidade. Igualmente, as 12 constelações representaram estações de estadias para o “Filho de Deus” e foram nomeadas, e normalmente representados por elementos da natureza que aconteciam nesses períodos de tempo. Por exemplo, “Aquarius”, o portador da água que traz as chuvas da Primavera.

Hórus, Deus Sol do Egito por volta de 3.000 a.C ele é o Sol, antropomorfizado, e a sua vida é uma série de mitos alegóricos que envolvem o movimento do sol no céu. Dos antigos hieróglifos Egípcios se conheceu muito sobre este Messias solar. Por exemplo, Hórus, sendo o Sol, ou a Luz, tinha como inimigo o Deus “Set” e Set era a personificação das trevas ou noite e metaforicamente falando, todas as manhãs Hórus ganhava a batalha contra Set – quando ao fim da tarde, Set conquistava Hórus e o enviava para o mundo das trevas. Será importante frisar que “Trevas vesus Luz” ou “Bem versus Mal” tem sido uma dualidade mitológica onipresente e que ainda hoje é utilizada a muitos níveis. No geral, a história de Hórus é a seguinte:

Hórus nasceu a 25 de Dezembro da virgem Isis-Meris. O seu nascimento foi acompanhado por uma estrela a Leste, que por sua vez, foi seguida por 3 Reis em busca do salvador recém-nascido. Aos 12 anos, era uma criança prodígio. E aos 30 foi batizado por uma figura conhecida por Anupe que assim começou o seu reinado. Hórus tinha 12 discípulos e viajou com eles, fez milagres tais como curar os enfermos e andar sobre a água. Hórus também era conhecido por vários nomes tais com A Verdade, A Luz, o Filho Adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus entre muitos outros. Depis de traído por Tifão, Hórus foi crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois. Estes atributos de Hórus, originais ou não, aparecem representados em varias culturas mundiais, e em muitos outros deuses encontrados com as mesmas estruturas mitológicas.


O dia 25 de dezembro e sua relação com as estrelas

O que importa salientar aqui é que “existiram” inúmeros salvadores, dependendo dos períodos, em todo o mundo, que preenchem praticamente as mesmas características.

A questão mantém-se: por que estes atributos. Por que o nascimento de uma virgem num dia 25 de Dezembro, por que a morte e a ressurreição após 3 dias, por que os 12 discípulos ou seguidores?

Para descobrir o por quê voltaremos a examinar o mais recente dos Messias solares.

Jesus Cristo nasceu da virgem Maria num dia 25 de dezembro em Belém, e foi anunciado por uma estrela a Leste, que seria seguida por 3 reis magos para encontrar e adorar o salvador. Tornou-se pregador aos 12 anos, e aos 30 foi Batizado por João Batista, e assim começou o seu reinado. Jesus teve 12 discípulos com quem viajou praticando milagres tais como curar pessoas, andar na água, ressuscitar mortos, e também foi conhecido como o “Rei dos Reis”, o “Filho de Deus”, a “Luz do Mundo”, “Alpha e Omega”, “Cordeiro de Deus” e muitos outros. Depois foi traído pelo seu discípulo Judas e vendido por 30 pratas, foi crucificado, colocado num tumulo, 3 dias depois ressuscitou e ascendeu aos céus.

Nota-se que, a seqüência do nascimento é completamente astronômica.

As estrelas no horizonte Leste é Sirius, a estrela mais brilhante no céu noturno, que, a 24 de Dezembro, alinha-se com as 3 estrelas mais brilhantes no centurião de Orion. Estas 3 estrelas são chamados hoje como também eram chamadas então: “3 Reis”. os 3 Reis e a estrela mais brilhante, Sirius, todas apontam para o nascer do sol no dia 25 de Dezembro. Esta é a razão pela qual os Três Reis “seguem” a estrela a Leste, numa ordem para se direcionarem ao do Nascer do Sol.

No dia 25 de dezembro do ano "zero", ou seja no dia em que "teoricamente" jesus nasceu, o céu encontrava-se muito semelhante ainda ao tempo do nascimento de hórus. Conseguimos observar isso graças a programas de computador (Starry Night Pro) capaz de anteceder e  preceder o universo na época em que quiser.

A Virgem Maria é a constelação Virgem. Em latim é Virgo. Virgo também é referida como a “ Casa do Pão”, e a representação de Virgo é uma virgem a segurar um feixe de espigas de trigo. Esta “Casa do Pão” e seu símbolo das espigas de trigo representam Agosto e Setembro, altura das colheitas. Por sua vez, Bethlehem, é a tradução à letra de “ A Casa do Pão”. Bethlehem é também a referencia á constelação de Virgem, um lugar no Céu, não na Terra.

Outro fenômeno muito interessante que ocorre a 25 de Dezembro é o solstício de Inverno. Entre o solstício de Verão ao solstício de Inverno, os dias tornam-se mais curtos e frios. Na perspectiva de quem está no Hemisfério Norte, o sol parece mover-se para sul aparentando ficar menor e fraco, ocorre o encurtar dos dias e o fim das colheitas, conforme se aproxima o solstício de Inverno simbolizando a morte. A morte simbólica do sol, no Vigésimo segundo dia de Dezembro, o falecimento do Sol está completamente realizado, o Sol, tendo se movido continuamente para o sul durante 6 meses. Atinge o seu ponto mais baixo no céu. Aqui ocorre uma coisa curiosa: o Sol parece deixar de se movimentar para o sul, durante 3 dias. Durante estes 3 dias, o Sol se encontra nas redondezas da Constelação do Cruzeiro do Sul, Constelação de Crux ou Alpha Crucis. Depois deste período a 25 de Dezembro, o Sol move-se, desta vez para norte, criando a perspectiva de dias progressivamente mais longos, o calor e a Primavera, e assim se diz: que o Sol morreu na Cruz. Esteve morto por 3 dias, apenas para ressuscitar ou nascer uma vez mais.

Esta é a razão pela qual Jesus e muitos outros Deuses do Sol partilham a idéia da crucificação, morte de 3 dias e o conceito da ressurreição. É o período de transição do Sol antes de mudar seu sentido para o Sul e dirigir-se ao Norte trazendo ao Hemisfério Norte a Primavera e assim: a "salvação".

Agora, nas muitas referencias astrológicas ou astronômicas na Bíblia, uma das mis importantes tem a ver com o conceito de “Eras”. Através das escrituras há inúmeras referencias ao termo “Era”. Para compreender isto, precisamos primeiro estar familiarizados com o fenômeno da precessão dos Equinócios.

Os antigos Egípcios assim como outras culturas antes deles, reconheceram queaproximadamente de 2150 em 2150 anos o nascer do Sol durante o Equinócio da Primavera, ocorria numa diferente constelação do Zodíaco. Isto tem a ver com a lenta oscilação angular que a Terra possui enquanto roda sobre o seu eixo. É chamada de precessão porque este eixo caminha para trás nas constelações, em vez de cumpri o seu ciclo anual normal. O tempo que demora cada precessão através dos 12 signos é de 25,765 anos. Este ciclo completo é chamado também, de “Grande Ano”, e algumas civilizações ancestrais conheciam-no bem. Referiam-se a cada ciclo de 2150 anos como uma “Era” ou “Eon”. De 4300 a.C a 2150ª.C foi a “Era do Touro”. De 2150 a.C a 1d.C foi a “Era de carneiro”, de 1 d.C a 2150 d.C é a “Era de Peixes”. A Era em que permanecemos nos dias de Hoje, e por volta de 2150, entraremos na nova Era: “Era de Aquarius”.

Agora, a Bíblia refere-se, por alto, ao movimento simbólico durante 3 Eras, quando se vislumbra já uma quarta. No Velho Testamento, quando Moises desce o Monte Sinai com os 10 Mandamentos, ele está perturbado ao ver a sua gente adorando um Bezerro dourando. De fato, ele até partiu as pedras dos 10 mandamentos e disse a todos para se matem uns aos outros para purgarem o mal (Êxodo 32). As maiores partes dos estudiosos da Bíblia atribuem esta ira de Moises ao fato de os Israelitas estarem adorando um falso ídolo, ou algo semelhante. A realidade é que o Bezerro Dourado é Taurus, e Moises representa a nova Era de Carneiro. Esta é a razão pela qual os Judeus ainda hoje assopram um Chifre de Carneiro. Moises representa a nova Era de Carneiro, e perante esta, todos têm de “largar” a anterior.


Outras divindades tais como Mithra marcam esta transição também. Um Deus pré Cristão que mata o Touro, na mesma linha simbólica.

Agora Jesus é a figura representativa da Era seguinte à de Carneiro, a Era de Peixes, ou dos 2 peixes. O simbolismo de Peixes é abundante no Novo Testamento, assim com Jesus alimenta 5.000 pessoas com pão e “2 peixes” (Mateus 14:17). No inicio enquanto caminhava ao longo da Galiléia, conhece 2 pescadores, que o seguem. Agora reflita se voltar a ver um adesivo “Jesus-fish”, “Senhor Jesus” (circunscrito numa figura de peixe), na traseira dos carros, muito poucos sabem o que aquilo no fundo representa. É um simbolismo astrológico pagão para o reinado do Sol durante a Era de Peixes. Jesus assumiu também que a data do seu nascimento é também a data do inicio desta Era, a próxima passagem será depois de ele ir embora, Jesus responde: “Eis que quando entrardes na cidade, encontrareis um homem levando um cântaro de água segui-o até à casa em que ele entrar.” (Lucas 22:10). Esta escritura é de longe a mais reveladora de todas as referencias astrológicas. O homem que leva um cântaro de água é Aquarius, o portador da água, que é sempre representado como um homem a despejar uma porção de água. ele representa a Era depois de Peixes, e quando o Sol sair da Era de Peixes, entrará na Casa de Aquarius, e Aquarius é a constelação que se segue a Peixes na precessão dos equinócios. Tudo isso simplesmente quer dizer que depois da Era de Peixes chegará a Era de Aquarius.


Agora, já todos ouvem falar sobre o fim do mundo. À parte o lado cartunista explicito no Livro de Apocalipse, a espinha dorsal desta idéia surge em Mateus 28:20, onde Jesus diz: “Eu estarei convosco até ao fim do mundo”. Contudo, na tradução Inglesa da Bíblia, a palavra “mundo”, está mal traduzida, no meio de outras más traduções. A palavra realmente usada era “aeon”, que significa Era. Eu estarei convosco até ao fim da era. O que no fundo é verdade, Jesus como personificação Solar de Peixes irá ser substituída quando o Sol entrar na Era de Aquário. Este conceito de fim dos tempos e do fim do mundo é uma má interpretação desta alegoria astrológica.

Vamos dizê-lo: há aproximadamente 100 milhões de Americanos que acreditam que o fim do mundo está próximo. Além disso, o fato de Jesus ser literal e astrologicamente um hibrido, só demonstra o quando Jesus é um mito paralelo ao do Deus-Sol Hórus do Egito. Por exemplo, inscrito à 3.500 anos atrás, nas paredes do Templo de Luxor do Egito, estão imagens da anunciação, da imaculada concepção, do nascimento e da adoração a Hórus. As imagens começam com o anúncio à virgem Ísis de que ela irá gerar Hórus, que Nef, o Espírito Santo irá engravidar a Virgem, e depois o parto e a adoração.

E que é não mais do que o milagre da concepção de Jesus. Na verdade, as semelhanças entre Hórus e Jesus são flagrantes. 
Obs.: Vale mencionar aqui que este trecho onde se fala passagens bíblicas, foi retirado do site RicardoMonteiro.org texto: "O sol, O deus, Jesus, a farsa".

Experiência na Prática

Nesse natal de 2014, resolvi provar praticamente como se deu o "nascimento de Jesus". Resolvi fotografar o local do nascimento celeste em dois horários cruciais: na véspera de Natal e na manhã de natal. Só obtive um probleminha técnico.. até tirei fotos, contudo não consegui mostrar o alinhamento das estrelas em questão devido a minha câmera não conseguir focar as estrelas na véspera de natal.

Contudo, não perdi as esperanças de demonstrar na prática, e afinal não poderia deixar essa ocasião passar, pois dia 25 de dezembro só ocorre uma vez por ano...enfim..recorri ao stellarium (programa de astronomia via computador), só que a emoção foi real pois printei as fotos em tempo real!!!

Resultado fantástico!!!Observei que o alinhamento de Sírius, o cinturão de Órion e o local de nascimento do sol estão em perfeito alinhamento!!! observe a seguir:

VÉSPERA DE NATAL - DIA 24 DEZEMBRO 2014 ÁS 20:44 DA NOITE


MANHÃ DE NATAL - DIA 25 DEZEMBRO 2014 ÁS 04:05 DA MANHÃ


O que eu achei mais fantástico nisso tudo, fora comprovar o mito de jesus na prática, é que a Constelação de Órion (O caçador), que incorpora os "três reis" em seu cinturão, representa Osíris (Pai de Hórus), assim como Sírius representa Isis, a mãe do de Hórus.

Tendo em vista o elevado conhecimento astronômico de certos povos antigos, podemos traçar um paralelo curiosíssimo sobre Virgem, pois ao visualizar Sírius (Isis) como a estrela mãe do nosso sol (de forma Literal), faz sentido sua virgindade, pois ao estudar astronomia moderna, observamos que embaixo do cinturão de Osíris (Orion), fica o berçário de estrelas da via láctea (M 42 - a grande nebulosa de Órion)!!!



Literalmente, as estrelas de nossa galáxia nascem lá, as estrelas irmãs do deus-sol!!...e a mãe simbólica do sol, permanece imaculada!!!
Adorei fazer este experimento, até a próxima Órionslavers!!!!!!

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